DANÇA II

Tua mão na minha nuca
Toca fervente
Deixa, como marca de gado,
A impressão do desejo latente
Gira, gira e gira
Cabelos tampando a visão
E não sei pra onde vamos

Mas sentindo tua pela molhada
Grudando na minha
E a força das tuas pernas
Minha vontade aumenta
E sigo seguindo teus giros
Até onde o peito aguenta

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Sobre mafaldamaya

Garota meio verborrágica, meio não mais garota, meio nem sei mais...
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